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Diretor Técnico Médico:
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CRM-SC: 8.104
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Unidade São João Batista

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CRM-SC: 9.138
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(Unidade Brusque) – 

Diretor Técnico Médico: Dr. Jonas K. Sebastiany

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Boletim Corporativo | Exercício Mês de Agosto 2025

FATORES PSICOSSOCIAIS E SUA INTERSEÇÃO COM RISCOS ERGONÔMICOS:

 

Potenciais agravos à saúde mental (emocional): Transtornos de ansiedade, transtornos depressivos, irritabilidade, agressividade, baixa autoestima, insônia, distúrbios do sono, crises de pânico, fobias, desmotivação, sentimento de inutilidade, Síndrome e Burnout (esgotamento profissional não constante na CID-10, em vigência).

Repercussões na saúde física (reações psicossomáticas): Dores musculares de origem tensional (cervicalgia, lombalgia), enxaqueca ou cefaleia tensional, problemas gastrointestinais (gastrite, refluxo, síndrome do intestino irritável), hipertensão arterial sistêmica, queda de imunidade, fadiga crônica. Reflexos Comportamentais (sociais): Abuso de substâncias (álcool, medicamentos, drogas lícitas e ilícitas), dificuldade de concentração e memória, absentismo (ausências e afastamentos frequentes), presencialismo, baixo desempenho ou produtividade, conflitos interpessoais, isolamento social. Fonte geradora: Ambiente organizacional e/ou relações interpessoais profissionais. Ações necessárias: Criar cultura de apoio e valorização, realizar capacitação para líderes e colaboradores, implementar políticas claras de combate ao assédio moral e sexual, realizar avaliações regulares da efetividade das ações implementadas, oferecer suporte psicológico e promover a conscientização sobre saúde mental nos ambientes de trabalho. Realizar avaliações regulares: Utilizar ferramentas de avaliação psicossocial, como o Inventário Psicossocial do Mapa HDS, para identificar e monitorar os riscos, assim como realizar Análise Ergonômica Preliminar (AEP) ou, conforme necessidade, implementar Análise Ergonômica do Trabalho (AET), incluindo os fatores psicossociais. Implementar políticas claras: Definir códigos de conduta e procedimentos para lidar com situações de assédio, discriminação e outros problemas psicossociais, incluindo valorização do papel da CIPA no combate a todas as formas de assédio. Oferecer treinamento: Capacitação de líderes e colaboradores em geral, para que auxiliem na identificação sinais de estresse, aprendam a lidar com conflitos e ajudem a promover um ambiente de trabalho física e mentalmente saudável. Ajuste das condições de trabalho: Revisão periódica de metas, rotinas e demandas para reduzir a pressão e o estresse de origem laboral.

 

TRABALHO EM ALTURA:

 

Quando falamos em trabalho em altura, a maioria pensa no risco quando a pessoa já está lá em cima. Mas a verdade é que o trabalho em altura começa no chão, como na análise de risco, verificação de equipamentos, inspeção de escadas, etc. Muitos acidentes em altura não acontecem por falha lá em cima, mas por algo que foi ignorado antes da subida, como Falta de planejamento, equipamento não conferido, falta de checagem do cinto, talabarte, linha de vida ou improvisos de última hora. Se o começo for mal feito no chão, o risco já sobe junto com o trabalhador. Quem cuida bem do começo, reduz o risco no final. (conteúdo adaptado da internet)

 

SUGESTÃO PARA DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA (DDS):

 

Tema: “Respeitar as regras ou só “pousar” em cima delas?” Abertura: Mostre a imagem do pássaro pousado exatamente em cima da placa de “proibido pousar pássaros”. Agora, questione o grupo: Será que esse pássaro não entendeu o recado? Ou será que ele até entendeu, mas decidiu ignorar? No ambiente de trabalho, às vezes a gente faz igual: As placas estão lá. As orientações foram dadas. Os treinamentos foram feitos. Mas, na hora da prática, as vezes o comportamento descola da regra. 2. Reflexões coletivas: Você já viu alguém “pousar em cima da regra”, fingindo que ela não existe? O que te faz seguir as regras mesmo quando ninguém está olhando?  Como reforçar o valor das normas sem que elas se tornem apenas “paisagem”? Conclusão da reflexão: Não basta saber a regra. O que faz a diferença é o nosso comportamento diante dela. Conexão com a rotina de quem trabalha na operação: Conhecer o procedimento e mesmo assim improvisar. Ignorar bloqueios, sinalizações ou alertas “porque vai ser rápido”. Conexão com a rotina de quem trabalha no administrativo: Deixar objetos em locais de passagem, mesmo sabendo que pode causar quedas. Subir em cadeiras ou improvisos para pegar algo no alto, sabendo que não é o certo. Conexão com a rotina dos condutores de veículos: Ignorar limite de velocidade ou sinalização interna “porque já conhece o caminho”. Estacionar em área indevida achando que “é só por um minuto”. Encerramento: Segurança não é sobre saber a regra. É sobre escolher respeitá-la, mesmo quando dá pra fingir que não viu. Porque, no fim das contas, quem pousa em cima da regra, voa direto pro risco. (conteúdo adaptado da internet)

 

ACIDENTES NOS ESCRITÓRIOS:

 

Quando pensamos em segurança no trabalho, é comum imaginarmos situações como operação de máquinas, trabalho em altura, contato com eletricidade, etc. Mas os ambientes de escritório também podem apresentar riscos, normalmente pouco perceptíveis. E por serem mais discretos, acabam sendo frequentemente negligenciados. Cortes com papel, dedos furados em grampeador, tropeços em caixas, pastas, lixeiros os outros objetos deixados m área de circulação, “topadas” em gavetas abertas ou em mesas mal posicionadas, quedas de escadas improvisadas ou do famoso “banquinho”, batidas em gavetas abertas, ferimentos com estilete, perfurações nos dedos pela não utilização do extrator de grampos, escorregões em piso molhado (após limpeza, por exemplo), subir em cadeira de rodinha ou caixa para alcançar prateleira alta, bater cabeça em armários abertos, derrubar objetos de armários sobre a cabeça, deixar cair café quente sobre o corpo ou em equipamentos. Relembrado que o conceito de acidentes também inclui danos materiais e econômicos a empresa e ao meio ambiente. É hora de analisar que pode ser feito para evitar essas ocorrências!

 

APRIMORAMENTO CONSTANTE:

 

Recentemente, Dr. Daniel Basegio participou do IV Simpósio Sul Brasileiro, XXVII Jornada Catarinense de Saúde Ocupacional e XL Jornada Paranaense de Saúde Ocupacional. Na oportunidade, entre outros temas de relevância atual, aprofundou-se nas estratégias para implantação das iniciativas de gerenciamento dos fatores psicossociais e saúde mental nos ambientes laborativos, constantes da nova redação da NR-1.

Atenciosamente, 

Diretoria Corporativa RCCM

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